




II-BIMESTRE
A CIÊNCIAS NA IDADE MODERNA

Racionalismo
dia 24/06-tarefa -1.0/ 2A e 2B
dia 23/04 á 30/04 Explicações EM TODSOS 2ºS-"PENSO,LOGO,EXISTO"
matéria complexa,TEXTO,ATIVIDADES,etc
Pesquisa-2.0
seminário para turmas da manhã.valor -0 á 4.0
sobre:Metafisica ,A politica de Hobbes,Descartes,Pensamnetos de Jonhon Lock,Empirismo.cada grupo foi dividido e receberam seus titulos ,,,anota foi pelo desempenho da equipe.
"Apartir do raciocínio,descartes formulou a sítese do RACIONALISMO.
dia 8/5-Reunião com pais-
Aula foi postada -Empirismo-John Lock foi postada e registrada.
dia 15/05 foi entregue texto explicativos com atividades para cada aluno.
René Descartes
Nascimento 31 de Março de 1596
La Haye ketchu en Touraine (atualmente Descartes), Indre-et-Loire, França
Morte 11 de Fevereiro de 1650
Estocolmo, Suécia
Nacionalidade Francesa
Ocupação Filósofo, matemático, físico
Magnum opus Discurso sobre o método
Escola/tradição Cartesianismo, racionalismo, fundacionalismo
Principais interesses Metafísica, Epistemologia, Matemática, Ciência
Idéias notáveis Cogito ergo sum, dualismo cartesiano, dúvida metódica, sistema de coordenadas cartesiano, argumento ontológico para a existência de Deus, considerado o fundador da Filosofia Moderna
Influências Platão, Aristóteles, Sexto Empírico, Pirro, Agostinho, Aquino, Anselmo, Ockham, Francisco Sanches, Suárez, Scotus, Mersenne, Montaigne
Influenciados Leibniz, Spinoza, Malenbranche, Arnauld, Pascal, Locke, Kant, Husserl
(cada aluno tem o texto feito e imprimido para cada aluno)
René Descartes nasceu no ano de 1596 em La Haye (hoje Descartes), no departamento francês de Indre-et-Loire. Com oito anos, ingressa no colégio jesuíta Royal Henry-Le-Grand, em La Flèche. O curso em La Flèche durava um triénio, tendo Descartes sido aluno do Padre Estevão de Noel, que lia Pedro da Fonseca nas aulas de Lógica, a par dos Commentarii. Descartes reconheceu que lá havia certa liberdade, no entanto no seu Discurso sobre o método declara a sua decepção não com o ensino da escola em si mas com a tradição Escolástica, cujos conteúdos considerava confusos, obscuros e nada práticos. Em carta a Mersenne, diz que "os Conimbres são longos, sendo bom que fossem mais breves. Crítica, aliás, já então corrente, mesmo nas escolas da Companhia de Jesus". Descartes esteve em La Flèche por cerca de nove anos (1606-1615) [1]. "Descartes não mereceu, como se sabe, a plena admiração dos escolares jesuítas, que o consideravam deficiente filósofo"[2]. Prosseguiu depois seus estudos graduando-se em Direito, em 1616, pela Universidade de Poitiers.
No entanto, Descartes nunca exerceu o Direito, e em 1618 alistou-se no exército do Príncipe Maurício de Nassau, com a intenção de seguir carreira militar. Mas se achava menos um ator do que um espectador: antes ouvinte numa escola de guerra do que verdadeiro militar. Conheceu então Isaac Beeckman que o influenciou fortemente e compôs um pequeno tratado sobre música intitulado Compendium Musicae (Compêndio de Música).
Também é dessa época (1619-1620) o Larvatus prodeo (Ut comœdi, moniti ne in fronte appareat pudor, personam induunt, sic ego hoc mundi teatrum conscensurus, in quo hactenus spectator exstiti, larvatus prodeo. [3] Esta declaração do jovem Descartes no preâmbulo das Cogitationes Privatae (1619) é interpretada como uma confissão que introduz o tema da dissimulação, e, segundo alguns, marca uma estratégia de separação entre filosofia e teologia. Jean-Luc Marion, em seu artigo Larvatus pro Deo : Phénoménologie et théologie refere-se à abordagem dionisíaca do homem escondido diante de deus (larvatus pro Deo) como justificativa teológica do filósofo que avança mascarado (larvatus prodeo).
Em 1619, viaja até a Alemanha, onde, no dia 10 de Novembro, teve uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico. Em 1622, ele retorna à França passando os seguintes anos em Paris.
Em 1628 compõe as Regulae ad directionem ingenii (Regras para a Direção do Espírito) e parte para os Países Baixos onde viverá até 1649. Em 1629, começa a redigir o Tratado do Mundo, uma obra de Física, na qual aborda a sua tese sobre o heliocentrismo. Porém, em 1633, quando Galileu é condenado pela Inquisição, Descartes abandona seus planos de publicá-lo. Em 1635 nasce Francine, filha de uma serviçal. A criança é batizada no dia 7 de Agosto de 1635 mas morre precocemente em 1640, o que foi um grande baque para Descartes.
Em 1637, publica três pequenos tratados científicos: A Dióptrica, Os Meteoros e A Geometria, mas o prefácio dessas obras é que faz seu futuro reconhecimento: o Discurso sobre o método.
Em 1641, aparece sua obra filosófica e metafísica mais imponente: as Meditações Sobre a Filosofia Primeira, com os primeiros seis conjuntos de Objeções e Respostas. Os autores das objeções são: do primeiro conjunto, o téologo holandês Johan de Kater; do segundo, Mersenne; do terceiro, Thomas Hobbes; do quarto, Arnauld; do quinto, Gassendi; e do sexto conjunto, Mersenne.
'Cogito, ergo sum.
Em 1642, a segunda edição das Meditações incluía uma sétima objeção, feita pelo jesuíta Pierre Bourdin, seguida de uma Carta a Dinet.
Em 1643, o cartesianismo é condenado pela Universidade de Utrecht. Descartes inicia a sua longa correspondência com a Princesa Isabel (1618 – 1680), filha mais velha de Frederico V e de Isabel da Boémia. A correspondência deverá durar sete anos, até a morte do filósofo, em 1650.
Também no ano de 1643, Descartes publica Os Princípios da Filosofia, onde resume seus princípios filosóficos que formariam "ciência". Em 1644, faz uma visita rápida a França onde encontra Chanut, o embaixador francês junto à corte sueca, que o põe em contato com a rainha Cristina da Suécia. Nesta ocasião, Descartes teria declarado que o Universo é totalmente preenchido por um "éter" onipresente. Assim, a rotação do Sol, através do éter, criaria ondas ou redemoinhos, explicando o movimento dos planetas, tal qual uma batedeira. O éter também seria o meio pelo qual a luz se propaga, atravessando-o pelo espaço, desde o Sol até nós.
Em 1647 Descartes é premiado pelo Rei da França com uma pensão e começa a trabalhar na Descrição do Corpo Humano. Entrevista Frans Burman em Egmond-Binnen (1648), resultando na Conversa com Burman. Em 1649, vai à Suécia, a convite da Rainha Cristina. Seu Tratado das Paixões, que ele dedicou a sua amiga Isabel da Boêmia, fora publicado.
René Descartes morreu de pneumonia no dia 11 de Fevereiro de 1650, em Estocolmo, onde estava trabalhando como professor a convite da Rainha. Acostumado a trabalhar na cama até meio-dia, há de ter sofrido com as demandas da Rainha Christina, cujos estudos começavam às 5 da manhã. Como um católico num país protestante, ele foi enterrado num cemitério de crianças não batizadas, na Adolf Fredrikskyrkan, em Estocolmo. Em 1667, os restos de Descartes foram repatriados para a França e enterrados na Abadia de Sainte-Geneviève de Paris. Um memorial construído no século XVIII permanece na igreja sueca.
Embora a Convenção, em 1792, tenha projetado a transferência do seu túmulo para o Panthéon, ao lado de outras grandes figuras da França, desde 1819, seu túmulo está na Igreja de Saint-Germain-des-Prés, em Paris.
A vila no vale do Loire onde ele nasceu foi renomeada La Haye-Descartes e, posteriormente, já no final do século XX, Descartes.
Em 1667, depois de sua morte, a Igreja Católica Romana colocou suas obras no Index Librorum Prohibitorum (Índice dos Livros Proibidos).
[editar] Pensamento
O pensamento de Descartes é revolucionário para uma sociedade feudalista em que ele nasceu, onde a influência da Igreja ainda era muito forte e quando ainda não existia uma tradição de "produção de conhecimento". Para a sociedade feudal, o conhecimento estava nas mãos da Igreja. Aristóteles tinha deixado um legado intelectual que o clero se encarregava de disseminar.
Descartes viveu numa época marcada pelas guerras religiosas entre Protestantes e Católicos na Europa - a Guerra dos Trinta Anos. Viajou muito e viu que sociedades diferentes têm crenças diferentes, mesmo contraditórias. Aquilo que numa região é tido por verdadeiro, é considerado ridículo, disparatado e falso em outros lugares.
Descartes viu que os "costumes", a história de um povo, sua tradição "cultural" influenciam a forma como as pessoas pensam naquilo em que acreditam.
O bom senso é a coisa mais bem distribuída do mundo: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de se contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que têm.
[editar] O primeiro pensador moderno
Descartes é considerado o primeiro filósofo moderno. A sua contribuição à epistemologia é essencial, assim como às ciências naturais por ter estabelecido um método que ajudou o seu desenvolvimento. Descartes criou, em suas obras Discurso sobre o método e Meditações - ambas escritas em francês, em lugar do latim, língua tradicionalmente utilizada nos textos eruditos de sua época - as bases da ciência contemporânea.
O método cartesiano consiste no Ceticismo Metodológico - que nada tem a ver com a atitude cética: duvida-se de cada idéia que não seja clara e distinta. Ao contrário dos gregos antigos e dos escolásticos, que acreditavam que as coisas existem simplesmente porque precisam existir, ou porque assim deve ser etc., Descartes instituiu a dúvida: só se pode dizer que existe aquilo que puder ser provado, sendo o ato de duvidar indubitável. Baseado nisso, Descartes busca provar a existência do próprio eu (que duvida, portanto, é sujeito de algo - cogito ergo sum, penso logo sou) e de Deus.
Também consiste o método de quatro regras básicas:
verificar se existem evidências reais e indubitáveis acerca do fenômeno ou coisa estudada;
analisar, ou seja, dividir ao máximo as coisas, em suas unidades mais simples e estudar essas coisas mais simples;
sintetizar, ou seja, agrupar novamente as unidades estudadas em um todo verdadeiro;
enumerar todas as conclusões e princípios utilizados, a fim de manter a ordem do pensamento.
Em relação à Ciência, Descartes desenvolveu uma filosofia que influenciou muitos, até ser superada pela metodologia de Newton. Ele sustentava, por exemplo, que o universo era pleno e não poderia haver vácuo. Acreditava que a matéria não possuía qualidades secundárias inerentes, mas apenas qualidades primarias de extensão e movimento.
Ele dividia a realidade em res cogitans (consciência, mente) e res extensa (matéria). Acreditava também que Deus criou o universo como um perfeito mecanismo de moção vertical e que funcionava deterministicamente sem intervenção desde então.
Matemáticos consideram Descartes muito importante por sua descoberta da geometria analítica. Até Descartes, a geometria e a álgebra apareciam como ramos completamente separados da Matemática. Descartes mostrou como traduzir problemas de geometria para a álgebra, abordando esses problemas através de um sistema de coordenadas.
"Não basta termos um bom espírito. O mais importante é aplicá-lo bem."
A Geometria analítica de Descartes apareceu em 1637 no pequeno texto chamado A Geometria como um dos três apêndices do Discurso do método, obra considerada o marco inicial da filosofia moderna. Nela, em resumo, Descartes defende o método matemático como modelo para a aquisição de conhecimentos em todos os campos.
"Penso, logo existo!" - René Descartes
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PRECURSORES DO ILUMINISMO
Seus precursores foram: Francis Bacon, René Descartes, John Locke, Isaac Newton.
Francis BaconFrancis Bacon: filósofo inglês, desenvolveu o método experimental, no qual enfatizava a importância da observação e da experimentação para o desenvolvimento do conhecimento. Seus estudos se aplicavam em ciências naturais. Obras: Novum organum.
René DescartesRené Descartes: dedicou-se ao estudo da física, matemática e da filosofia. Procurou desenvolver um método que produzisse verdades absolutas. Escreveu: Regras para a direção do espírito; Discurso do método e Meditações.
Isaac NewtonIsaac Newton:
matemático, astrônomo, físico e filosofo, contribuiu para a formulação da lei da gravitação universal. Principal obra: Os princípios matemáticos da filosofia da natureza, que reúne as bases da mecânica clássica. Para ele, as idéias tinham origem nos sentidos humanos, contrario a teoria do direito divino dos reis, afirmava que os governos eram criações humanas, formulou a teoria do Estado liberal e da propriedade privada. Obras: Ensaio sobre o entendimento humano, Primeiro tratado sobre o governo civil e o Segundo tratado sobre o governo civil.
CONTRA A TIRANIA
• Defendiam a tese de que os governos deveriam existir para o bem da sociedade com a função de garantir a liberdade econômica e individual e da igualdade de todo perante a lei. Quando o Estado não cumpre suas funções, a população tem o direito de se rebelar contra ele.
• As novas idéias foi o que abriu caminhos para o surgimento do iluminismo.
• As obras dos filósofos iluministas tinham em comum a crença no progresso contínuo do ser humano.
• Os iluministas se opunhavam aos dogmas da Igreja, á tradição e ao fanatismo.
• Seus princípios: afirmavam que as formas de governo haviam sido criadas pelas relações humanas e não pela vontade divina, defendiam a tese que os governos deveriam existir para o bem da sociedade, com a função de garantir a liberdade econômica e individual, e todos teriam igualdade perante à lei, com base nisso, argumentavam que os nobres e os clérigos deveriam pagar impostos e ser julgados por tribunais comuns a todas as pessoas.
• O Estado era defendido pelos iluministas fundamentava-se na idéia de contrato social, segundo a qual cada individuo nasce com direitos inalienáveis, como o direito à vida, à liberdade, à propriedade, por isso são chamados de contratualistas ou jusnaturalistas, significa direito natural, eles viviam em estado de natureza, isso é, em uma situação na qual não havia nem governo nem leis.
FILÓSOFOS ILUMINISTAS

Entre os principais pensadores iluministas destacam-se: Voltaire, Montesquieu, Denis Direrot e Jean le Rond d’ Alembert e Jean Jacques Rosseau.
Voltaire, ao longo de sua vida,
celebrizou-se por suas
contundentes críticas à
tradições e à religiãoVoltaire: Foi o mais destacado filósofo iluminista. Durante sua estada na Inglaterra, publicou as Cartas Filosóficas. Elogiava as liberdades inglesas, atacava o Absolutismo e a intolerância. Depois de vagar pela Europa, fixou-se em Ferney, em 1755, de onde, até sua morte, exerceu extraordinariamente influência. Notabilizou-se por combater a ignorância, a superstição, o fanatismo religioso e por defender a razão, a tolerância e a monarquia constitucional. A escrita e os livros eram suas principais armas contra a ignorância. Escreveu: Cartas inglesas e Trato sobre a tolerância. Seus discípulos se espalharam pela Europa, divulgando suas idéias.
Montesquieu, um dos mais
brilhantes filósofos do século
XVIII, passa em revista as
diferentes formas de governo em
sua obra O Espírito das LeisMontesquieu: Em 1721, publicou as Cartas Persas, nas quais satirizava os costumes e a instituições. Em 1748 publicou sua grande obra O Espírito das Leis, dedicada ao estudo de diversas formas de governo. Dava grande destaque à Monarquia inglesa, preconizando a separação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, única forma capaz de garantir a liberdade.
Diderot e d'AlembertDenis Direrot: Foi o responsável pela organização dagrande Enciclopédia, obra em 35 volumes, publicada entre 1751 e 1752, que continha as novas idéias. O governo condenou a obra, proibindo sua divulgação em duas oportunidades. Diderot foi auxiliado por um matemático, d'Alembert, tendo como colaboradores a maior parte dos novos pensadores e escritores.
Jean-Jacques RousseauJean-Jacques Rousseau: Ao contrário de Voltaire e Montesquieu, monarquistas liberais, foi um democrata convicto. Suas idéias foram expostas num tratado de educação e, principalmente, no Contrato Social, sua obra máxima. Uniu-se ao enciclopedistas, procurou analisar as razões das desigualdades sociais, para ele, o ser humano é naturalmente bom, mas a sociedade o corrompe, gerando desigualdades sociais, escravidão e tirania. Suas idéias foram seguidas por Robespierre e outros líderes da Revolução Francesa.
Os filósofos do Iluminismo buscaram enxergar de maneira racional as sociedades, destacando os problemas das nações imersas no Antigo Regime. Dentre os aspectos interpretados, destaca-se a crítica à sociedade estamental de privilégios de nascimento e a autocracia monárquica exercida sob o pretexto da intervenção divina.
"A CIÊNCIA É UM CONHECIMENTO QUE RESULTA DE UM TRABALHO RQCIONAL"
TRABALHO POSTADO E REGISTRADO-VALOR-2.0
O QUE É UMA TORIA CIENTIFÍCA- Comprovada.data de entrega 26/06/2009
avaliação bimestral-8.0
AA- 1.0
AP- 1.0
Caderno- 3.0
pesquisa- 2.0
Seminário- 4.0
Racionalismo- 1.0--total 20.0 dividido por 2=Dez
"O aluno que não tiver com o material em dias,apó as datas estabelecidas , sem chanses, inadimissível mostrar a não ser... caso esteje com atestado médico.
Dedico esse meu Blogg aos meus colegas que sempre me estimulam,Katiucia,Adriane,Tania Francine,Vagner e Vagner Inácio ex-aluno,Soraia e cícero meu fìel escudeiro

caramba mana, ce ta com tudo, que bom, é assim mesmo, so nao faz quem ano tem interesse. ta lindo bjs
ResponderExcluirOBRIGADA,minha querida,,,passe sempre por aqui que voce podera me aujudar com comentarios de filmes bons que v tem assistido.beijos
ResponderExcluir2º ano filosofia jorge amado,,,,,se cuida
ResponderExcluiras materias dadas e explicadas,
façam os trabalhos que estão no bloog
beijos
Prof:o tema do trabalho é O QUE É UMA TEORIA CIENTIFICA?
ResponderExcluirBJINHOS